sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Fumar em automóvel é proibido

Objetivo da proposta, ao proibir a prática, é evitar que menores de 18 anos sejam fumantes passivos e, portanto, sujeitos aos efeitos nocivos do cigarro.
BRASÍLIA - Quem consumir cigarros no interior de veículos na presença de crianças e adolescentes poderá ser multado. É o que estabelece o Projeto de Lei do Senado (PLS 81/2015), do senador Humberto Costa (PT-PE). O objetivo da proposta, ao proibir a prática, é evitar que menores de 18 anos sejam fumantes passivos e, portanto, sujeitos aos efeitos nocivos do cigarro.

O texto está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O projeto já recebeu voto favorável da relatora, senadora Marta Suplicy (PMDB-SP).A proposta estabelece multa de R$ 85,13 para quem descumprir a proibição. Segundo Humberto Costa, quem é fumante “assume conscientemente os riscos de seu ato, mas o mesmo não pode ser dito dos fumantes passivos”— Nós temos que ter como preocupação reduzir qualquer possibilidade de exposição das pessoas aos efeitos nocivos do consumo de cigarros, especialmente de crianças e adolescentes, aqueles que se encontram ainda em um processo de formação — afirmou o senador.Humberto Costa argumenta, em sua justificativa, que o projeto protege crianças e adolescentes considerando, principalmente, os efeitos a longo prazo de quem inala a fumaça de terceiros.Ele informa que a medida já foi implantada em países como Inglaterra, Austrália, África do Sul, além de em quatro estados norte-americanos e em treze províncias do Canadá.Em seu relatório, Marta Suplicy afirma ser favorável à proposta tanto pelo caráter educativo, quanto pelo “aspecto inibitório e conscientizador dos malefícios do fumo”, em especial para os menores de idade.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Mistério de Michel Temer - Sarney Rebate

Misterio-Sarney

O presidente Michel Temer voltou atrás na nomeação do nome de Pedro Fernandes (PTB-MA) para o Ministério do Trabalho. Pedro seria empossado na próxima quinta-feira, 4. Ele ocuparia o lugar de Ronaldo Nogueira, que pediu demissão na semana passada para poder disputar as eleições de 2018. Segundo o próprio deputado, o veto ao nome de Pedro Fernandes deve-se a desaprovação de seu nome por José Sarney, que recusou o nome do parlamentar para o cargo. Fernandes é aliado do governador do Maranhão, Flávio Dino, opositor do Grupo Sarney no estado. Coube ao presidente nacional do Partido Trabalhista Brasileiro, Roberto Jefferson, informar Pedro Fernandes, na manhã desta terça-feira, 2, sobre a revés. Após receber a informação, hoje, Fernandes se manifestou a correligionários: “Infelizmente, não deu, devido ao embaraço que eu crio na relação Michel Temer com o ex-presidente José Sarney”, esclareceu. Para o lugar de Pedro Fernandes, o PTB visa indicar o nome do deputado federal Sérgio Moraes (RS) para o cargo. (Bate)Questionado pelo Blog do Camarrotti  se teria vetado Pedro Fernandes no Ministério do Trabalho, o ex presidente Sarney informou que nem foi consultado sobre o assunto. “Ele quer arrumar uma desculpa. Colocar a responsabilidade sobre as minhas costas. Se, no passado, não vetei Flávio Dino para a Embratur, não faria isso para alguém que foi nosso amigo.” Em nota, a assessoria de imprensa de Sarney disse que ele “não foi consultado e não vetou o deputado Pedro Fernandes”. Rebate “O presidente Sarney não concorda com o nome. Ele queria conversar, mas o Fernandes não quis conversar com o presidente Sarney sobre o Maranhão, então deu problema.” Foi o que disse o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, ao jornal Estadão. O PTB é da base do governo Dino no Maranhão.


A origem do Violão

A História e a Origem do Violão

Sem dúvida, o Violão é um dos assuntos mais comentados neste blog, mas percebi hoje que nunca contamos aqui a História do Violão. Procurei, pesquisei li muito sobre o assunto e descobri que a Origem do Violão é no mínimo curiosa, para não dizer, impressionante. Bem, vamos a ela: Na verdade, quando se fala na Origem do Violão, surgem sempre duas hipóteses prováveis. Uma delas é de que o violão tenha sido derivado do Alaúde Caldeu-Assírio, que os Egípcios, os Persas e os Árabes levaram junto para a Espanha. A outra hipótese é de que o violão sofreu diversas transformações e adaptações a partir de um instrumento grego denominado Kethara Grega ou Assíria (que foi precursora da Cítara ou Fidícula romana), da Rotta ou Crotta medieval inglesa e, finalmente, da Vihuela que surgiu na Espanha no Século XVI. Porém, a origem do Violão data de muito antes, muito mesmo, cerca de 2000 anos Antes de Cristo.

A Origem do Violão

Na antiga Babilônia arqueologistas encontraram placas de barro com figuras seminuas tocando instrumentos musicais, muitos deles similares ao violão atual (1900-1800 a.C). Um exame mais detalhado nos mostra que há diferenças significativas no corpo e no braço. O fundo é chato, portanto sem relação com o alaúde, de fundo côncavo. As cordas são pulsadas pela mão direita, mas o número de cordas não é preciso mas em algumas placas pelo menos duas cordas são visíveis. Indícios de instrumentos similares ao violão foram encontrados em cidades como Assíria, Susa e Luristan.
EGITO: O único instrumento de cordas pulsadas era a HARPA de formato côncavo que depois foi acrescentada de um braço com trastes cuidadosamente marcados e cordas feitas de tripa animal. Pouco tempo depois estas características se combinariam e evoluíram para um instrumento ainda mais próximo do violão. ROMA: Instrumento totalmente de madeira surge (30 a.C-400 d.C) . O tampo que antes era de couro cru (semelhante ao banjo) agora é de madeira e possui cinco buracos. É importante frisar que nas catacumbas egípcias foram encontradas instrumentos com leves curvas características do violão. O primeiro instrumento de cordas europeu, de origem medieval data de 300 anos depois de Cristo, e possuía um corpo arredondado que se interligava com um braço de comprimento considerável. Este tipo de instrumento foi utilizado por muitos anos e foi o antepassado provavelmente da teorba.
Há também a descrição de outro instrumento datado da Dinastia Carolingian que pode ser de origem tanto alemã como francesa.Este instrumento possuía formato retangular e seu corpo era equivalente ao seu braço. Em ilustrações pode se observar que na “mão ” do instrumento ( de formato arredondado) se encontravam de quatro e as vezes cinco tarraxas de afinação, com um número de cordas equivalente. Este instrumento manteve seu formato e suas definições até o século quatorze.
AlaúdeAlaúde
Paralelamente á este instrumento, outro começou a se desenvolver. Possuía leves curvas nas laterais do corpo tornando-o mais anatômico e confortável. Descrições deste instrumento foram encontradas em catedrais inglesas, espanholas e francesas datadas do fim do século quatorze. Surgia então a guitarra. É importante frisar que haviam distinções, como a guitarra Latina e a guitarra Morisca. A guitarra Morisca , como o nome indica, tinha origem Moura, devido a colonização da Espanha e da África do Norte. Este instrumento possuía um corpo oval e o tampo possuía vários furos ornamentados chamados de Rosetas. Era totalmente remanescente do Alaúde, e dentro deste conceito uma série de outros modelos, com diferentes números de cordas também existiam. Já a guitarra Latina , tinha as curvas nas laterais do corpo que marcariam o desenho já quase definitivo do instrumento. A guitarra latina ( assim como a Morisca ) gozavam de grande popularidade e gosto na Europa Medieval.
http://www.mundomax.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/guitarra-latina.jpgGuitarra Latina
Essa popularidade se devia principalmente a presença dos “Trovadores”, músicos de natureza nômade que com suas performances e constantes viagens enriqueceram a cultura européia e impulsionaram a popularidade e reconhecimento do instrumento. Até a Idade Média as informações sobre a guitarra eram obtidas de maneira indireta na sua maioria, através de afrescos, pinturas e pequenas anotações da época. A partir do período Barroco, as informações sobre instrumentos em geral e sobre música são muito mais claras e precisas. Embora não seja bem definida, pois existem segundo musicólogos várias teorias para o sua criação, como dito no início do texto, hodiernamente apresentam-se duas, citadas por Emílio Pujol na sua conferência de nome “La guitarra y su História” que ocorreu em Paris no dia 9 de Novembro de 1928, onde resolveu que:
A primeira hipótese é de que o Violão seria derivado da chamada “Khetara grega”, que com o domínio do Império Romano, passou a se chamar “Cítara Romana”, era também denominada de “Fidícula”. Teria chegado á península Ibérica por volta do século I d.C