quinta-feira, 24 de maio de 2018

ANB-Agencia de Noticias Baluarte - Fernando Atallaia

Mediterrânea reúne a nata da musicalidade de São José de Ribamar e o público apreciador de boa musica aos sábados a partir das 15h
Um dos principais intérpretes da cidade, Fran Moreira comanda o espetáculo

POR FERNANDO ATALLAIA 
DIRETO DA REDAÇÃO

A brisa do mar de São José de Ribamar  , embalada por um repertório de alta qualidade que mescla MPB, Pop-Rock, Blues e Reggae , vem sendo a paisagem ideal para os amantes e apreciadores da boa música brasileira na orla marítima da cidade balneária. 

Comandado pelo compositor, músico e produtor cultural Fran Moreira, um dos principais  intérpretes da terceira maior cidade do estado, o espetáculo do cantor vem movimentando a cena alternativa da arte ribamarense na região da Sede, onde fica localizada a igreja matriz. 

Em formato acústico- voz, violões, bateria o mais novo músico Élson Freitas, 
Fran Moreira faz um passeio pelo melhor da produção musical nacional, sem deixar o suingue de lado. O show, dançante, melódico e repleto de carisma, é a atual proposta do artista que de forma original prima por releituras de músicas já conhecidas do público, sem, contudo, desprender-se das  peculiaridades de sua trajetória. Fran Moreira foi percussionista de bandas de outros estados e trás informações dessa época ao projeto que virou sensação em São José de Ribamar. 

Uma promoção do Hotel Mediterrânea, com organização do produtor Alerrandro, o espaço se tornou referência da cultura da cidade à beira-mar. Por lá muita gente bonita, cardápio impecável e a nata da música local. 

Imperdível!

SERVIÇO
O QUE: Show de MPB do músico e intérprete  Fran Moreira
ONDE: Hotel Mediterrânea, na orla marítima da Praia de São José de Ribamar
QUANDO: Sempre aos sábados , a partir das 15h
ENTRADA: Aberto ao público

@Reprodução: Fran Moreira
@ANB-Agencia de Noticias Baluarte
Por: Fernando Atallaia
@Bandahumble.blogspot.com.br

segunda-feira, 14 de maio de 2018


            O ex-governador e senador do Maranhão, Epitácio Cafeteira, morreu no fim da tarde deste domingo, em casa, em Brasília. Aos 93 anos, ele estava internado em sua casa, por causa do delicado estado de saúde. A informação foi confirmada através de nota do deputado estadual Rogério Cafeteira (DEM), sobrinho do ex-governador. Cafeteira deixa viúva a esposa Isabel. Durante a vida política, também foi prefeito de São Luís, além de senador e deputado federal do Maranhão O corpo do Epitácio Cafeteira será velado na Assembléia Legislativa do Maranhão, em São Luís. Em nota, o o governador do Maranhão Flávio Dino (PC do B) se solidarizou com a família e decretou luto oficial.

Em 1970 concorreu ao Senado pela primeira vez, mas foi derrotado. Em 1972, Epitácio Cafeteira foi eleito pela primeira vez como deputado federal em 1972 e reeleito em 1978 e 1982. Em 1986, Cafeteira foi eleito como Governador do Maranhão, com mais de 80% dos votos válidos. Em 1990 renunciou ao Governo do Maranhão e foi eleito para o Senado Federal.

Epitácio Cafeteira exerceu o cargo de senador com dois mandados, entre 1º de fevereiro de 1991 e 1º de fevereiro de 1999 e 1º de fevereiro de 2007 a 1º de fevereiro de 2015.

Trajetória política

Nascido em João Pessoa, na Paraíba, Epitácio Cafeteira Afonso Pereira era filho de José Justino Pereira do Café e Eudóxia Afonso Pereira. A carreira política no Maranhão começou em 1962, quando foi eleito suplente de deputado federal pelo PR, chegando a exercer o cargo. 
Em 1965 foi eleito prefeito de São Luís e posteriormente ingressou no MDB. Foi prefeito da capital maranhense até 1969.

O corpo do ex-governador, ex-prefeito de São Luís, deputado federal e senador do Maranhão, Epitácio Cafeteira, será velado nesta segunda-feira (14) na Assembléia Legislativa do Maranhão, no bairro Cohafuma, em São Luís.
 O corpo do político que morreu no fim da tarde de domingo (13), em casa, em Brasília, está previsto para chegar à capital por volta das 12h.
 O sepultamento será no fim da tarde do Cemitério do Gavião, na área central da capital.
O corpo de Epitácio Cafeteira está sendo trazido de Brasília para São Luís em um voo particular cedido pelo governo do estado do Maranhão. 
Nesse voo estão vinda além do político morto, a sua filha Janaína Cafeteira e a sua esposa Isabel Cafeteira. 
Políticos se solidarizaram com a família e divulgaram nota sobre a morte de Epitácio Cafeteira. O governador Flávio Dino dedicou um abraço solidário a toda família. "Minha homenagem ao ex-governador do Maranhão Epitácio Cafeteira. 
Foi também deputado federal, senador e prefeito de São Luís. Que Deus o acolha. Meu abraço solidário para toda a família, especialmente ao líder do nosso governo na Assembléia, deputado Rogério Cafeteira. Decretei luto oficial no Estado e as devidas honras ao ex-governador."


NOTA DE FALECIMENTO

É com imenso pesar e tristeza profunda que comunico a todos o falecimento do meu tio, ex-governador e ex-senador, Epitácio Cafeteira Ele encontrava-se enfermo e inspirava cuidados, em UTI residencial, decorridos de seu delicado estado de saúde. Natural da Paraíba, Cafeteira veio ainda pequeno para o Maranhão, onde construiu uma admirável história política, dedicando a maior parte de sua vida a este estado, onde constituiu sua família. Atualmente ele residia em Brasília e estava com 93 anos, deixando viúva a minha tia Isabel, de filha a minha prima Isabel e netos.
 É um momento de bastante tristeza para toda a família. A perda, para mim que o considerava um segundo pai, está sendo muito difícil, mas com a certeza que agora ele descansa nos braços do nosso Deus todo poderoso!Em nome de nossa família, agradeço as mensagens de solidariedade que temos recebido.
São Luís, 13 de maio de 2018
Rogério Cafeteira
Deputado Estadual


terça-feira, 8 de maio de 2018

José de Ribamar - Zeca Baleiro - Maranhense



O nome José de Ribamar é uma homenagem a São José de Ribamar, santo dos maranhenses. O apelido - Baleiro - vem do fato de Zeca consumir balas entre as aulas, durante o curso de Agronomia. É o que pode ser percebido nas próprias palavras do Zeca: "Sempre fui um grande consumidor de doces, balas e toda sorte de guloseimas. Quando ingressei na universidade, entre uma aula e outra, saboreava minhas balas. Quando alguém desejava comer uma, vinha até mim. Daí para começarem a me chamar de baleiro foi um passo. Confesso que a princípio aquilo não soava bem aos meus ouvidos.” Antes de dedicar-se exclusivamente à música, chegou, inclusive, a abrir uma loja de balas, tortas e doces caseiros.
Carreira Musical
Zeca começou sua carreira compondo melodias e músicas para peças infantis de teatro, onde se destacou pela qualidade de suas letras. Mudou-se para Belo Horizonte, onde cantava pelos bares da cidade. Foi morar em São Paulo, onde dividia um apartamento com seu parceiro musical Chico César. Apesar de sua carreira musical já existir 12 anos antes de gravar seu primeiro disco em 1997, seu salto para a fama foi em sua participação no Acústico MTV de Gal Costa com a canção "A Flor da Pele", que lhe valeu projeção nacional. Nos anos seguintes gravou mais cinco discos com participação de outros cantores do Brasil, muitos dos quais são seus parceiros em composições como: Chico César, Rita RibeiroLobãoO Teatro MágicoArnaldo AntunesZé GeraldoPaulinho MoskaLenineFagnerZeca PagodinhoGenival Lacerda e Zé Ramalho. Sua música deriva de muitos ritmos tradicionais brasileiros: sambapagodebaião com elementos do rockpop e música eletrônica com um modo muito particular de tocar violão.
Em 2004, Rossanna Decelso, empresária do Baleiro, gravou o CD Mandando Bala, composto totalmente por um repertório inédito de Zeca Baleiro. As músicas inéditas estavam escondidas no baú do compositor antes da fama, entre 1991 e 1996.

Em 2008, com diferença de poucos meses entre o lançamento de um e outro, Baleiro lançou O Coração do Homem Bomba - Vol. 1 e Vol. 2. Baleiro disse: "Optei pela edição em dois volumes. Acho disco duplo um pouco indigesto. Assim dá tempo de ouvir, digerir, parece mais interessante. Tem uma coisa meio marqueteira: dá um expectativa. Alguns questionam, dizem que vai ser um fiasco. Não me lembro de terem feito isso no Brasil. Estou fazendo para experimentar mesmo".
Em 2012, o Charlie Brown Jr. convidou o Zeca Baleiro, e ambos gravaram juntos a versão ao vivo da canção Proibida pra Mim (Grazon) no CD/DVD Música Popular Caiçara (Ao Vivo), lançado em Maio de 2012.
Ainda em 2012, Zeca produziu o álbum Praça Tiradentes, de Odair José, que saiu com o selo Saravá Discos (que é a gravadora de Zeca).
Em 2014, Zeca lançou seu segundo livro de crônicas, “A Rede Idiota e outros textos”, com artigos publicados na revista IstoÉ e no blog Questões Musicais, da revista piauí, além de textos publicados em diversos jornais e revistas e outros escritos especialmente para o livro. Neste mesmo ano, o álbum "A palavra acesa de José Chagas", de autoria de Zeca Baleiro e do poeta Celso Borges, foi lançado. Entusiasmados com a poesia do paraibano José Chagas, os dois chamaram músicos e cantores para transformar 14 de seus poemas em canções.
Em 2015, para homenagear os 40 anos da carreira de Zé Ramalho, lançou o álbum Zeca Baleiro Canta Zé Ramalho: Chão de Giz Ao Vivo.
Ainda em 2015, juntamente com Paulo Lepetit e Naná Vasconcelos, lança o álbum Projeto Café no Bule, com o selo SESC. A gravação durou dois anos espaçados, com três vindas de Naná a São Paulo, onde Lepetit tem um estúdio em parceria com Zeca. O título “Projeto Café no Bule” remete à expressão popular. Tem um significado de “aqui tem conteúdo”.
Em 2016, Zeca participou do videoclipe da música "Um Abraço e Um Olhar", de João Suplicy.
Neste mesmo ano, em comemoração aos 21 anos do Projeto Guri, Zeca compôs a música 'Amor e Ijexá.

Trabalhos voltados ao Público Infantil

O primeiro trabalho voltado ao público infantil criado por Zeca foi o musical Quem Tem Medo de Curupira?, escrito por ele em 1988. Esta foi a primeira peça escrita por ele.
Em 2014, Zeca lançou seu primeiro álbum voltado ao público infantil. Zoró (bichos esquisitos) Vol.1 foi agraciado com o 26° Prêmio da Música Brasileira, categoria Melhor Álbum InfantilSegundo Zeca, gravar um álbum infantil era um projeto antigo, desde quando ele criava música para seus filhos quando pequenos.
No ano seguinte, lançou o DVD Zeca Baleiro e Convidados - A Viagem da Família Zoró, como um um desdobramento do disco anterior. Neste mesmo ano, a coleção “Fora de Cena”, da Companhia das Letrinhas, lançou o livro “Quem Tem Medo de Curupira?”, cujo texto do musical infantil foi escrito por Baleiro e encenado pela primeira vez em 2010. “Esse texto, que escrevi há 28 anos, é uma opereta fantasiosa sobre as criaturas brasileiras da mata - Saci, Caipora, Curupira, Mãe-d'Água e Boitatá”, lembra Zeca Baleiro.

Blog: Bandahumble.blogspot.com.br
Editor: Fran Moreira
@Zeca Baleiro - Maranhanse

Noel Rosa - O poeta da Vila


Noel Rosa nasceu de um parto muito difícil e complicado, que incluiu o uso de fórceps pelo médico obstetra, como medida para salvar as vidas da mãe e bebê. Além disso, nasceu com hipoplasia (desenvolvimento limitado) da mandíbula (provável Síndrome de Pierre Robin) o que lhe marcou as feições por toda a vida e destacou sua fisionomia bastante particular.

Nascido na Rua Teodoro da Silva, 130, no bairro carioca de Vila Isabel, foi primeiro filho do comerciante Manuel de Medeiros Rosa e da professora Martha de Medeiros Rosa[5]. Noel era de família de classe média, tendo estudado no tradicional Colégio de São Bento, onde, apesar da inteligência notável, não era aplicado nos estudos.
Adolescente, aprendeu a tocar bandolim de ouvido e tomou gosto pela música — e pela atenção que ela lhe proporcionava. Logo, passou ao violão e cedo tornou-se figura conhecida da boemia carioca. Em 1931 entrou para a Faculdade de Medicina, mas logo o projeto de estudar mostrou-se pouco atraente diante da vida de artista, em meio ao samba e noitadas regadas à cerveja. Noel foi integrante de vários grupos musicais, entre eles o Bando de Tangarásdesde 1929, ao lado de João de Barro (o Braguinha), AlmiranteAlvinho e Henrique Brito.
Em 1929, Noel arriscou as suas primeiras composições, Minha Viola e Festa no Céu, ambas gravadas por ele mesmo. Mas foi em 1930 que o sucesso chegou, com o lançamento de Com que roupa?, um samba bem-humorado que sobreviveu décadas e hoje é um clássico do cancioneiro brasileiro. Essa música ele se inspirou quando ia sair com os amigos, a mãe não deixou e escondeu suas roupas, ele, com pressa perguntou: "Com que roupa eu vou?"
Noel revelou-se um talentoso cronista do cotidiano, com uma sequência de canções que primam pelo humor e pela veia crítica. Orestes Barbosa, exímio poeta da canção, seu parceiro em Positivismo, o considerava o "rei das letras". Noel também foi protagonista de uma curiosa polêmica (Noel Rosa X Wilson Batista) travada através de canções com seu rival Wilson Batista. Os dois compositores atacaram-se mutuamente em sambas agressivos e bem-humorados, que renderam bons frutos para a música brasileira, incluindo clássicos de Noel como Feitiço da Vila e Palpite Infeliz. Entre os intérpretes que passaram a cantar seus sambas, destacam-se Mário ReisFrancisco Alves e Aracy de Almeida.
Autodidata, Noel aprendeu a tocar bandolim de ouvido pelos bares da Vila Isabel e tomou gosto pela música. No ano de 1930, quando a canção popular começou a se firmar e o samba passou a definir a linhagem autêntica como raiz própria e brasileira. Noel Rosa ganhou destaque e preferência entre os ouvintes de rádio e participantes dos carnavais de rua do Rio de Janeiro. Sua música conquistava a todos pela autenticidade: falava de amor, de encontros desencontros, do cotidiano.
Noel teve ao mesmo tempo várias namoradas e foi amante de muitas mulheres casadas. Casou-se em 1934 com sua noiva, uma moça da alta sociedade carioca, chamada Lindaura. Apesar de ter afeto e carinho pela esposa, era apaixonado mesmo por Ceci, apelido de Juraci Correia de Araújo, a prostituta do cabaré, e sua amante de longa data. Era tão apaixonado por ela, que ele escreveu e fez sucesso com a música "Dama do Cabaré", inspirada em Ceci, que mesmo na vida fácil, era uma dama ao se vestir e ao se comportar com os homens, e o deixou totalmente enlouquecido pela sua beleza. Foram anos de caso com ela, eles se encontravam no cabaré a noite e passeavam juntos, bebiam, fumavam, jogavam, andavam noite a fora sem destino, principalmente pelo bairro carioca da Lapa, onde se localizava o cabaré. Ele dava-lhe presentes, joias, perfumes e ela o compensava com noites inesquecíveis de amor. Ele queria tirá-la da vida e fazê-la sua esposa, mas seria um escândalo social e a família jamais aceitaria uma meretriz na família. Ele pensou melhor e tentou dar uma casa para Ceci, para que ela só se deitasse com ele, onde se encontrariam escondidos e a sustentaria. Ceci se recusou, não queria depender de homem para sobreviver, e queria alguém que a assumisse como esposa. Após mais alguns anos juntos, o ciúme doentio de Noel por Ceci a fez terminar a relação, que ficou entre indas e vindas por um bom tempo, até que se afastaram de vez.

Tuberculose e morte


Em depressão por alguns meses pela separação de Ceci, Noel passou os anos seguintes travando uma batalha contra a tuberculose. A vida boêmia, porém, nunca deixou de ser um atrativo irresistível para o artista, que entre viagens para cidades mais altas em função do clima mais puro, sempre voltava ao samba, à bebida e ao cigarro, nas noites cariocas, cercado de muitas mulheres, a maioria, suas amantes. Mudou-se com a esposa para Belo Horizonte, para tratar de seu problema pulmonar, ainda inicial e não transmissível pelo ar, e para salvar seu casamento, já que gostava de sua esposa, mas ela ameaçava se separar, pois não suportava mais as traições e bebedeiras do marido, mas se separar naquela época era um peso e uma vergonha enormes para a mulher, e por isso Lindaura reconsiderou, e também queria salvar seu matrimônio. Sem planejar, Lindaura engravidou, mas sofreu um aborto espontâneo no meado de sua gestação, e, devido as complicações por causa da forte hemorragia, afetando seu aparelho uterino, não pôde mais ter filhos, o que a deixou muito revoltada e deprimida. Foi por isso que Noel Rosa não foi pai, o que o deixou muito mal, já que era seu maior desejo. Da capital mineira, escreveu ao seu médico, Dr. Graça Melo: “Já apresento melhoras/Pois levanto muito cedo/E deitar às nove horas/Para mim é um brinquedo/A injeção me tortura/E muito medo me mete/Mas minha temperatura/Não passa de trinta e sete/Creio que fiz muito mal/Em desprezar o cigarro/Pois não há material/Para o exame de escarro". Trabalhou na Rádio Mineira e entrou em contato com compositores amigos da noite, como Rômulo Pais, recaindo sempre na vida boêmia. O fato de não ter parado de beber e fumar, não fazer repouso absoluto e continuar pegando sereno nas madrugadas, pioraram sua tuberculose. De volta ao Rio, sentindo -se bem melhor, parou com as medicações, e jurou estar curado, mas poucos dias depois adoeceu fortemente, não conseguindo mais se alimentar e nem levantar da cama, e faleceu repentinamente em sua casa, no bairro de Vila Isabel no ano de 1937, aos 26 anos, em consequência da doença que o perseguia a alguns anos. Deixou sua esposa viúva e desesperada. Lindaura, sua mulher, e Dona Martha, sua mãe, cuidaram de Noel até o fim. Seu corpo encontra-se sepultado no Cemitério do Caju no Rio de Janeiro.


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Editor: Fran Moreira
Matéria: Noel Rosa - O poeta da Vila