quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Faz bem ler


O desejo de sentir, flutuar me, é como se eu implorasse por um chão de nuvens que mesmo sabendo se serei sentir o chão ou não.
Ao chegar em casa, irei de por corpo inteiro jogar me debaixo dos pingos d´agua morno, sentir deslizando sobre os meus poros. E com os olhos fechados, levarei a minha mente a lugar onde não vejo ninguém, mas só ouço os pingos como se fosse a chuva caindo nos telhados no inverno.

Logo após isso, enxugarei meu rosto, regalando lhe bem os olhos, fazendo aquele gesto de alivio, onde a alma agradece, o corpo agradece...Deitarei e sonharei com um corpo calmo e bem relaxado cheio de desejo do acordar.

Levantando a moral dos seus neurônios, entre duas pensamentos positivos: Um em tê - lo levantado sem nenhum dano dos pensamentos de horas atrás e outra, de que, ninguém lhe perturbou durante o repouso de sua alma, que ali ainda não estava por completo.

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