São José de Ribamar
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| Município do Brasil | |||
| Símbolos | |||
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| Apelido(s) | "Ribamar" | ||
| Gentílico | ribamarense | ||
| Localização | |||
| Localização de São José de Ribamar no Maranhão | |||
Mapa de São José de Ribamar | |||
| Coordenadas | |||
| País | Brasil | ||
| Unidade federativa | Maranhão | ||
| Região metropolitana | São Luís | ||
| Municípios limítrofes | São Luís, Paço do Lumiar e Raposa | ||
| Distância até a capital | 32 km | ||
| História | |||
| Fundação | 16 de dezembro de 1627 (393 anos) | ||
| Administração | |||
| Prefeito(a) | Júlio Matos[1] (PL, 2021 – 2024) | ||
| Características geográficas | |||
| Área total [2] | 386,282 km² | ||
| População total (IBGE/2020[3]) | 179 028 hab. | ||
| • Posição | MA: 5° | ||
| Densidade | 463,5 hab./km² | ||
| Clima | Não disponível | ||
| Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) | ||
| Indicadores | |||
| IDH (PNUD/2010[4]) | 0,708 — alto | ||
| • Posição | MA: 4º | ||
| PIB (IBGE/2018[5]) | R$ 2 180 556,51 mil | ||
| • Posição | MA: 5° | ||
| PIB per capita (IBGE/2018[5]) | R$ 12 366,97 | ||
São José de Ribamar é o terceiro município mais populoso do estado brasileiro do Maranhão. Sua população é de 179.028 mil habitantes segundo censo do IBGE em 2020. Pertence à Região Metropolitana de São Luís. É um dos quatro municípios que integram a ilha de Upaon-Açu. Situada no extremo leste da Ilha, de frente para a Baía de São José, dista cerca de 32 quilômetros do centro da capital maranhense.
O nome da cidade se deu pela lenda ao qual São José veio pelas águas através de um capitão português o qual foi salvo de um naufrágio graças a fé em São José, os índios contribuiram com a denominação de São José de Ari-bamar, ao logo do tempo o nome mudou para São José de Ribamar que carinhosamente o povo católico reconheceu como o padroeiro do Maranhão. Na cidade de Ribamar encontra-se um dos santuários mais importantes do Norte-Nordeste.
Primitivamente uma aldeia indígena. O atual território do município era área tradicional da etnia indígena dos potiguaras. Seu nome atual decorre da seguinte história: um navio que vinha de Lisboa para São Luís desviou-se de sua rota e em plena Baía de São José, esteve ameaçado de naufrágio por grandes tempestades e vagalhões. Os tripulantes invocaram a proteção de São José, prometendo erguer-lhe uma capela na povoação ao longe avistada. Tal foi a contrição das súplicas, que imediatamente o mar acalmou-se. E todos chegaram a terra são e salvos. Para cumprir a promessa, trouxeram de Lisboa uma imagem de São José, entronizando-a na modesta igrejinha então erguida, de frente para o mar. Mas devotos residentes na antiga Anindiba dos indígenas, atual Paço do Lumiar, entenderam que a imagem deveria ser levada para a ermida daquela povoação. Sem que ninguém percebesse, realizaram seu intento. No dia seguinte, porém, viram que a imagem ali não mais se encontrava, pois voltara, misteriosamente, à capela de origem. Repetiram a transferência e colocaram pessoas a vigiar o santo, para que ele não voltasse a Ribamar.
São José, entretanto, transformando seu cajado em luzeiro, desceu da Igreja de Anindiba e, protegido por anjos e santos, regressou a Ribamar. E o caminho por onde ia passando o celeste cortejo, encheu-se de suaves rastros de luz. Somente assim compreenderam os moradores de Anindiba que o santo desejava permanecer em sua capela, de frente para o mar.
Tempos depois, quando da construção de uma nova igreja, resolveram fazê-la de frente para a entrada da cidade - intento não alcançado porque as paredes da igreja várias vezes ruíram, até que os fiéis compreenderam que ela deveria permanecer voltada para o mar.
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